O cliente assinou, pegou a chave e tirou a foto ao lado do carro novo. Em muita loja, a relação termina ali, e o pós-venda na concessionária vira sinônimo de oficina: só acontece se o cliente decidir voltar sozinho.

Enquanto isso, a primeira revisão é feita na oficina independente perto da casa dele. O acessório é comprado na internet. E a troca de carro, três ou quatro anos depois, acontece na loja do outro lado da avenida, porque ninguém ligou para ele nesse intervalo.

Nenhuma dessas perdas aparece no relatório do mês. Por isso ela se repete, ano após ano, sem que ninguém na gestão perceba o tamanho da oportunidade que está saindo pela porta. E o pior: é o cliente que a loja já conquistou, aquele que custou mídia, vendedor e desconto para chegar até ali.

Eu sou Tiago Fernandes, CEO da AutoForce, e estou aqui para te ajudar a promover a transformação digital na sua concessionária, revenda ou montadora. Então leia este artigo até o final e descubra como posso te ajudar hoje a obter mais resultados na sua operação. Não esqueça de se cadastrar em nossa newsletter e compartilhar este artigo com seus amigos pelo WhatsApp.

O que entra no pós-venda da concessionária

O pós-venda na concessionária é tudo o que acontece depois da assinatura. Isso inclui a entrega, os primeiros dias de uso, as revisões, a oficina, as peças, os acessórios, a garantia, os recalls, as reclamações e, lá na frente, a próxima compra. Quando a loja olha só para a oficina, enxerga uma parte pequena dessa jornada.

Na prática, o pós-venda tem dois lados que precisam andar juntos. O primeiro é o serviço: revisão, reparo, peça e acessório. É o lado que gera receita recorrente e que costuma ter dono claro dentro da loja. O segundo é o relacionamento: os contatos que mantêm o cliente perto da marca entre uma visita e outra. Esse lado quase nunca tem dono, e é por isso que ele falha primeiro.

Vale uma ressalva importante para quem tem loja multimarca. Muita revenda de seminovos não tem oficina própria, e isso não elimina o pós-venda. Nesse caso, ele passa pela transferência de documentação sem dor de cabeça, pela garantia do seminovo, pela indicação de uma oficina parceira de confiança e pelo acompanhamento até a próxima troca. O lado do serviço encolhe, mas o lado do relacionamento continua inteiro.

pós-venda na concessionária
Ciclo de pós-venda na concessionária

Por que o pós-venda na concessionária pesa no resultado

O carro é vendido uma vez a cada alguns anos. Já a revisão, a troca de pneu, a pastilha de freio e o acessório voltam várias vezes nesse mesmo intervalo. Portanto, cada cliente que continua passando pela loja gera receita muito depois do dia da venda, sem que a loja precise pagar de novo para atraí-lo.

Além disso, existe um efeito que vai além da oficina. O cliente que volta à loja com frequência conhece o consultor pelo nome, confia no atendimento e já tem o histórico do carro registrado ali. Quando chegar a hora de trocar, ele tende a começar a busca por quem já o conhece. Consequentemente, o pós-venda bem feito é também a fonte de lead mais barata que a concessionária tem.

Há ainda o lado da reputação. Boa parte das avaliações que uma loja recebe no Google fala da experiência depois da compra, e não da negociação em si. Um carro que ficou parado mais tempo que o combinado, um orçamento que mudou sem aviso ou uma reclamação sem resposta costumam virar uma estrela pública. Assim, o pós-venda influencia também a decisão de quem ainda nem é cliente.

Por isso, eu não trato pós-venda como departamento de suporte. Trato como a etapa que decide se a venda de hoje vai gerar a próxima.

Como fazer pós-venda na concessionária em seis etapas

O erro mais comum é tentar resolver o pós-venda com uma ação isolada: uma pesquisa de satisfação, uma campanha de revisão ou um disparo de aniversário. Cada uma dessas ações pode ajudar. No entanto, sem um processo por trás, elas viram contatos soltos que o cliente esquece no dia seguinte. As seis etapas abaixo seguem a ordem em que o cliente vive a experiência.

Etapa 1: a entrega abre o pós-venda

A entrega do carro não é o fim do processo de venda. Na verdade, é o primeiro contato do pós-venda, e ela define o tom de tudo o que vem depois. Uma entrega apressada, com o vendedor já olhando para o próximo cliente, comunica que a loja perdeu o interesse.

Uma boa entrega segue um roteiro mínimo. O vendedor explica as funções principais do carro, conecta o celular do cliente à central multimídia e mostra o plano de revisões previsto no manual. Em muitas marcas, a garantia de fábrica depende de o cliente cumprir esse plano, e ele precisa ouvir isso na entrega, não descobrir depois.

Em seguida, vem o passo que quase ninguém faz: apresentar pessoalmente o consultor de serviço, com nome e contato. Dessa forma, o cliente sai da loja sabendo a quem recorrer quando precisar de revisão, e não volta a procurar o vendedor para um assunto que não é dele.

Por fim, o vendedor pergunta qual canal e qual horário o cliente prefere para receber contatos da loja. Essa autorização é o que sustenta toda a cadência das próximas etapas. Sem ela, qualquer mensagem futura chega como incômodo.

Etapa 2: os primeiros 30 dias

Os primeiros dias com o carro novo são o período em que surgem as dúvidas mais simples. Como ajustar o banco com memória? Por que acendeu aquela luz no painel? O cliente que não tem a quem perguntar vai buscar a resposta num fórum ou num vídeo, e a loja perde a chance de ser útil.

Por isso, recomendo três contatos nesse período. O primeiro, um ou dois dias depois da entrega, é curto e humano. Por exemplo: “Oi, Carlos, aqui é a Juliana, da equipe da [loja]. Queria saber como estão os primeiros dias com o carro. Se surgir qualquer dúvida sobre alguma função, pode me chamar por aqui mesmo.”

O segundo contato vem na primeira semana e pode ser uma ligação rápida do próprio vendedor. Ele serve para confirmar que está tudo bem e para registrar qualquer ponto de atenção no CRM. Já o terceiro, perto do trigésimo dia, reforça o consultor de serviço e lembra quando será a primeira revisão. Assim, a oficina entra na conversa antes de o cliente precisar dela.

Etapa 3: a primeira revisão

A primeira revisão é o momento em que o cliente decide, na prática, onde o carro dele vai ser cuidado pelos próximos anos. Se ele volta à loja nessa ocasião e é bem atendido, a chance de voltar nas seguintes aumenta. Se ele vai a outro lugar, dificilmente a loja o recupera sem esforço.

Do lado do cliente, a revisão raramente é prioridade. Ele não lembra do prazo, não sabe a quilometragem certa e acaba levando o carro a quem estiver mais perto no dia em que se der conta. Por isso, a loja precisa planejar a revisão no dia da entrega, registrar a data prevista no CRM e procurar o cliente antes que ele precise procurar alguém.

Na prática, o lembrete sai com antecedência suficiente para o cliente se organizar, considerando tanto o prazo quanto a quilometragem prevista. Um exemplo de mensagem: “Oi, Carlos. Pelo plano do seu carro, a primeira revisão fica para o próximo mês. Tenho horários na terça e na quinta pela manhã. Quer que eu reserve um deles para você? A revisão leva cerca de [tempo], e você pode aguardar aqui ou deixar o carro.”

Repare que a mensagem já oferece horários concretos. Consequentemente, o cliente responde com uma escolha, e não com um “depois eu vejo” que nunca volta.

Etapa 4: a passagem pela oficina

A experiência dentro da oficina decide se o cliente volta na próxima revisão. E ela costuma ser avaliada por coisas simples: se foi atendido na hora marcada, se o orçamento foi aprovado antes de o serviço começar, se foi avisado de qualquer mudança e se entendeu o que foi feito no carro.

O ponto mais sensível é o orçamento. Um serviço adicional executado sem autorização, mesmo que necessário, costuma virar reclamação. Portanto, qualquer item fora do previsto precisa de aprovação do cliente, de preferência com uma foto ou um vídeo curto da peça. Isso reduz a desconfiança e acelera a decisão.

Durante o serviço, uma atualização de status evita a ligação ansiosa do cliente perguntando se o carro está pronto. Já na entrega do veículo, o consultor explica em poucas palavras o que foi feito e o que vem na próxima revisão. Dessa forma, o cliente sai da oficina já sabendo quando volta.

Etapa 5: o acompanhamento e a reclamação

Alguns dias depois de qualquer passagem pela oficina, vale um contato curto para confirmar que ficou tudo certo. Esse contato tem uma função que vai além da cortesia: ele é o canal para o cliente reclamar com a loja antes de reclamar no Google.

Quando a reclamação chega, três coisas precisam estar definidas com antecedência. Quem responde, em quanto tempo a loja se compromete a dar o primeiro retorno e onde o caso fica registrado. Sem essas três definições, a reclamação fica circulando entre o vendedor, o consultor e o gerente, e o cliente é quem sente a demora.

Um exemplo de primeira resposta: “Carlos, obrigado por me avisar. Já registrei o que aconteceu e o [nome], responsável pela oficina, vai te ligar ainda hoje para entender os detalhes e combinar a solução.” A mensagem não promete o que a loja ainda não sabe se pode cumprir. Porém, ela dá nome, prazo e próximo passo.

Etapa 6: o ciclo de recompra

A última etapa do pós-venda é o começo da próxima venda. Com o histórico do cliente registrado, a loja consegue perceber sinais de que a troca está se aproximando, em vez de esperar o cliente aparecer com o carro de outra marca na mão.

Alguns sinais costumam indicar esse momento. A quilometragem alta registrada nas revisões, o fim do financiamento, uma revisão mais cara se aproximando, o tempo de posse típico daquele perfil de cliente ou uma mudança na família mencionada numa conversa. Nenhum desses sinais garante a troca. Contudo, cada um deles justifica um contato.

Quando o sinal aparece, o caso volta para o time de vendas com contexto. Por exemplo: “Cliente desde a entrega, fez todas as revisões conosco, financiamento termina em dois meses, comentou na última visita que a família cresceu.” Com essa informação, o vendedor liga com uma proposta de avaliação do usado, e não com uma oferta genérica.

A cadência de contato do primeiro ano em diante

As etapas mostram o que fazer. A cadência mostra quando o pós-venda na concessionária entra em contato com o cliente. O quadro abaixo é um ponto de partida para uma loja com oficina. Ele deve ser ajustado ao plano de revisões de cada marca e à capacidade real do time.

MomentoContatoQuem fazObjetivo
EntregaPresencialVendedor e consultor de serviçoApresentar o consultor, explicar revisões, registrar canal preferido
1 a 2 dias depoisMensagemRelacionamento ou vendedorChecar primeiros dias, abrir canal para dúvidas
1ª semanaLigação curtaVendedorConfirmar satisfação, registrar pontos de atenção
Cerca de 30 diasMensagemConsultor de serviçoReforçar contato da oficina e prazo da 1ª revisão
Antes de cada revisãoMensagem com horáriosConsultor de serviçoAgendar com data concreta
Dias após cada serviçoMensagemConsultor de serviçoConfirmar que ficou tudo certo, abrir canal de reclamação
Sinal de trocaLigaçãoVendedorOferecer avaliação do usado com contexto

Nem todo contato precisa virar mensagem automática. Na verdade, o excesso de disparos é o que faz o cliente bloquear o número da loja. Por isso, a regra que eu uso é simples: cada contato precisa ter um motivo que o cliente reconheça como útil para ele.

Além disso, vale olhar o custo. Mensagens de lembrete enviadas pela API oficial do WhatsApp Business seguem a política de cobrança da Meta, que muda de tempos em tempos. Portanto, uma cadência enxuta, com contatos que o cliente de fato responde, tende a sair mais barata e mais eficiente do que uma sequência longa de disparos ignorados.

O que registrar no CRM para o pós-venda funcionar

Nenhuma etapa do pós-venda na concessionária se sustenta na memória do consultor ou vendedor. Quando ele sai da loja, leva junto o histórico dos clientes que atendeu. Por isso, o pós-venda depende de alguns campos simples no CRM, preenchidos desde a entrega.

Os campos que considero essenciais são poucos. Data da entrega e quilometragem na entrega. Canal e horário preferidos para contato. Consultor de serviço responsável. Data prevista da próxima revisão. Histórico de passagens pela oficina e de reclamações, com a solução dada. E, por fim, sinais de recompra: forma de pagamento, prazo do financiamento e qualquer informação relevante mencionada em conversa.

O ponto mais importante é que vendas e oficina enxerguem o mesmo registro. Quando o consultor de serviço não sabe o que foi prometido na venda, ou quando o vendedor não sabe que o cliente teve um problema na oficina, o cliente precisa contar a mesma história duas vezes. Essa desconexão é o mesmo problema que aparece entre marketing e vendas, só que num momento diferente da jornada.

campos do CRM para pós-venda na concessionária
Campos do CRM para pós-venda na concessionária

Quatro erros comuns no pós-venda da concessionária

Erro 1: tratar pós-venda como pesquisa de satisfação

A pesquisa de satisfação mede o pós-venda, mas não faz pós-venda. Muitas lojas enviam a pesquisa, arquivam a nota e não fazem nada com o cliente que deu nota baixa. Assim, a pesquisa vira apenas mais um contato que o cliente respondeu à toa. Se existe pesquisa, cada nota baixa precisa gerar um retorno com nome e prazo.

Erro 2: usar promoção como único contato

Quando o único contato que o cliente recebe da loja é oferta, ele aprende a ignorar o número. Em contrapartida, quando a maior parte dos contatos é útil (o lembrete da revisão com horário, a resposta a uma dúvida, o aviso de recall), a oferta ocasional é lida com outra disposição.

Erro 3: vendedor e oficina que não se falam

O vendedor promete um acessório na negociação e ninguém avisa a oficina. O cliente reclama do carro na oficina e o vendedor liga dias depois oferecendo troca, sem saber do problema. Esse tipo de situação costuma acontecer quando cada área tem seu próprio sistema, ou sua própria planilha. A solução passa pelo registro compartilhado descrito na seção anterior.

Erro 4: reclamação sem dono

Reclamação que chega por qualquer canal e não tem responsável definido fica esperando alguém se sentir responsável por ela. Enquanto isso, o cliente espera. Consequentemente, a reclamação que podia ser resolvida com uma ligação vira avaliação pública, e às vezes vira processo.

erros comuns no pós-venda na concessionária
Erros comuns no pós-venda na concessionária

Três níveis de pós-venda, conforme o tamanho do time

Não existe uma cadência única que sirva para todas as lojas. Uma revenda com cinco pessoas não consegue fazer o que um grupo com central de relacionamento faz. Por isso, sugiro escolher o nível pela capacidade real de resposta do time, e subir de nível só quando o anterior estiver rodando sem falha.

No nível inicial, a loja define uma única pessoa responsável pelo pós-venda e faz três contatos: a mensagem nos primeiros dias, o lembrete antes de cada revisão com horários concretos e a confirmação depois de cada serviço. O registro mínimo no CRM é a data da entrega, o canal preferido e a data da próxima revisão. Parece pouco, mas já coloca a loja à frente de quem não faz nada.

No nível intermediário, entra a cadência completa do quadro acima. A loja também define um prazo interno para o primeiro retorno a qualquer reclamação e passa a acompanhar os indicadores da próxima seção uma vez por mês. Além disso, o consultor de serviço é apresentado ao cliente em toda entrega.

No nível avançado, os lembretes de revisão saem de forma automatizada, a partir das datas registradas no CRM. A base é segmentada pelos sinais de recompra, e o time de vendas recebe uma lista mensal de clientes com indicação de troca. Por fim, vendas e oficina fazem uma reunião mensal para olhar juntos os casos que envolvem as duas áreas.

Indicadores para acompanhar o pós-venda

Pós-venda na concessionária sem número vira impressão. E impressão, dentro de uma loja, costuma ser a opinião de quem fala mais alto na reunião. Por isso, alguns indicadores simples ajudam a enxergar onde o processo está falhando.

5 indicadores

O primeiro é o comparecimento na primeira revisão: dos carros entregues num período, quantos voltaram à loja para a primeira revisão. Ele mostra se a entrega e a cadência dos primeiros 30 dias estão funcionando. O segundo é a retenção de oficina ao longo do tempo, ou seja, quantos desses clientes continuam voltando nas revisões seguintes.

O terceiro é a taxa de aprovação de orçamento na oficina, que indica se a comunicação sobre serviços adicionais está clara. O quarto é o tempo até o primeiro retorno a uma reclamação, comparado ao prazo interno que a loja definiu. Por fim, o quinto é a recompra: quantas vendas do período vieram de clientes que já estavam na base.

Uma ressalva importante: esses números servem para comparar a loja com ela mesma, mês a mês. Eles mostram onde olhar, mas não apontam sozinhos a causa. Uma queda no comparecimento à revisão pode vir da cadência, do preço da revisão, da distância até a oficina ou de um período de agenda cheia. O número abre a conversa. A análise do caso é que fecha.

Para transformar indicador em decisão, uma rotina mensal curta funciona melhor que um relatório longo. Por exemplo: comparecimento na primeira revisão caiu de um mês para o outro. O objetivo é voltar ao patamar anterior. A decisão pode ser revisar o lembrete, conferir se os contatos dos primeiros 30 dias aconteceram e ligar para quem não compareceu, perguntando o motivo. No mês seguinte, o número mostra se a decisão funcionou.

Plano de 30 dias para começar

Para começar a fazer pós-venda na concessionária, a primeira semana é de diagnóstico. Levante a base de clientes que receberam carro nos últimos doze meses e verifique quantos fizeram a primeira revisão na loja. Esse número é o seu ponto de partida. Ao mesmo tempo, identifique quem vai ser o responsável pelo pós-venda, mesmo que seja uma pessoa acumulando funções.

Na segunda semana, escreva as mensagens das etapas 2, 3 e 5, adaptadas ao tom da sua loja. Defina também o prazo interno para o primeiro retorno a reclamações. Em seguida, confira se o CRM tem os campos essenciais e, se não tiver, crie os que faltam.

Na terceira semana, comece a cadência com todas as entregas novas. Além disso, ligue para os clientes do levantamento que não voltaram para a primeira revisão. Pergunte o motivo e ofereça um horário. As respostas dessas ligações costumam ensinar mais sobre o seu pós-venda do que qualquer pesquisa.

Na quarta semana, olhe os primeiros números e as respostas das ligações. Ajuste as mensagens que não tiveram retorno e decida se a loja está pronta para subir de nível. Depois disso, a rotina mensal de indicadores assume o acompanhamento.

O pós-venda decide a próxima venda

Vendas online são como uma grande corrida automobilística. Vence aquela equipe que tem o melhor piloto, a melhor máquina e a melhor estratégia. E, numa corrida longa, a estratégia inclui saber o que acontece depois da bandeirada: o cliente que cruzou a linha de chegada hoje é o mesmo que pode largar de novo com você daqui a alguns anos.

Fazer pós-venda na concessionária não exige uma estrutura grande para começar. Exige um responsável, uma cadência que o time consiga cumprir, um registro que vendas e oficina enxerguem juntos e alguns números acompanhados todo mês.

Envie esse artigo para sua equipe, líder ou amigo do segmento automotivo. O primeiro passo para a excelência é a compreensão das próprias limitações e potenciais. Agora que você entendeu como fazer o pós-venda da sua concessionária funcionar como processo, quer organizar a cadência de contato e o histórico dos seus clientes dentro do CRM? Chama o meu time [neste link] que ele vai te explicar detalhadamente.

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Sobre o Autor

Tiago Fernandes
Tiago Fernandes

Administrador, sócio-fundador e CEO da AutoForce.

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