Quais os 7 modelos de liderança mais comuns em concessionárias?

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Liderar é trabalhar de forma fluida. Essa fluidez permite a possibilidade de mudar e melhorar o modo de gerir colaboradores e buscar resultados mais satisfatórios. Entretanto, não há um único caminho certo a ser seguido, principalmente quando o assunto são os modelos de liderança mais comuns nas concessionárias.

Em um mercado dinâmico como o segmento automotivo, não há receita pronta. Aos gestores cabe o desafio e a preocupação diária de melhorar o rendimento e a produtividade dos funcionários.

Para isso, adotam um ou mais modelos de liderança que terão um resultado diferente. Vale ressaltar que, além do modo de trabalho do gestor, variáveis como metas, cargos e pessoas influenciam no resultado do modelo.

Trazendo esta realidade para dentro do dia a dia de uma concessionária fica mais fácil analisar o perfil correto de um gestor. Aquela famosa frase “Um bom líder deve sempre…” seguida de algum complemento diz muito sobre o perfil de gerir de cada um.

Mas quais são os principais modelos de liderança encontrados no mercado automotivo?

Listamos os sete modelos de liderança mais comuns e seus impactos no negócio. Será que você consegue identificar algum dos estilos com o que acontece em sua concessionária? Vamos lá:

1. Liderança democrática

Bastante eficaz, este é um dos modelos de liderança em que as decisões são tomadas com base nas opiniões de toda a equipe. Embora caiba ao líder a decisão final, este tipo de gestão valoriza a opinião de cada colaborador, independentemente do nível hierárquico, e permite conhecer a visão da equipe.

Também proporciona a possibilidade de colaboradores em hierarquia mais baixa possam observar e aprendam a conduzir situações semelhantes no futuro. Este tipo de gestão se assemelha com tomadas de decisões em reuniões do conselho da empresa.

modelos de liderança na concessionária liderança autocrática

2. Liderança autocrática

Com uma eficácia bem menor que a democrática, este tipo de gestão dá ênfase à figura do líder, que centraliza a autoridade e as decisões. Cabe aos subordinados acatarem ordens sem liberdade de escolha.

Comportamento dominador e ordens a espera de obediência sem senso crítico são reflexos deste tipo de liderança. Colaboradores submetidos a este tipo de gestão costumam demonstrar sintomas de tensão, frustração e comportamento agressivo. Este modelo gera insatisfação, falta de motivação e maior facilidade de geração de conflitos entre colegas.

3. Liderança Laissez-faire

Se você não faltou as aulas de história, esta frase francesa, que significa “Deixe fazer”, não é estranha para você. Símbolo do liberalismo econômico, a expressão antecipa que o modo de gestão trabalha com menor intromissão no ritmo dos colaboradores.

Neste modelo, os colaboradores são quase os próprios líderes. No entanto, este modelo de gestão costuma funcionar melhor quando se conhece a equipe e ela costuma apresentar bons resultados. Porém, um modo totalmente autônomo de trabalho limita funcionários a trabalharem da maneira que já sabem. Às vezes é necessário mudar para crescer. Caso não seja mantido sob controle, este estilo pode mostrar poucos resultados.

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4. Liderança estratégica

Este tipo de gestor, geralmente, é escolhido para operações da empresa que estão em fase de crescimento. Ele é o responsável por equilibrar, de forma dinâmica, as demandas dos executivos e de fazer com que as condições de trabalho permaneçam estáveis para todos.

É um perfil benquisto por muitas empresas, já que o pensamento estratégico suporta gerir vários tipos de colaboradores e ainda encontra soluções para melhorar processos de dentro da organização.  Entretanto, costuma enfrentar o dilema de quantas pessoas podem apoiar de uma vez só e se a melhor direção para a empresa é a que todos conseguem o que querem em todos os momentos.

5. Liderança transformacional

Principal responsável pela mudança do status quo da empresa, é o tipo de líder que está acostumado a apresentar melhorias às corporações. Mesmo que haja um bloco de tarefas concluído, ele busca de forma constante tirar seus colaboradores da zona de conforto.

É o tipo de gestor que preocupa empresas que estipulam metas baixas de crescimento, uma vez que este comportamento motiva os funcionários a verem suas reais capacidades. No entanto, caso não recebam o treinamento certo, esses líderes podem perder de vista o desenvolvimento dos colaboradores geridos.


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6. Liderança transacional

Geralmente utilizado para motivar funcionários, este modelo de administração dos colaboradores permite estabelecer recompensas para metas alcançadas. Nesse modelo, um encantador de leads pode receber um bônus por alcançar ou ultrapassar um número determinado de leads atendidos no mês.

É possível estabelecer o papel e a responsabilidade de cada um no projeto, estimulando um trabalho mínimo a ser cumprido em busca da recompensa. Se o mínimo alcançado gera uma recompensa, superar metas ou bater recordes pode ser o céu para os funcionários.

7. Liderança burocrática

Este tipo de líder costuma ter referências bibliográficas como a principal referência para sua atuação em uma empresa. O gestor pode até escutar e considerar a opinião dos funcionários mas, no momento de tomar uma decisão, vai seguir à risca a política da empresa ou evitar comportamentos que já causaram ruídos anteriormente.

Os colaboradores podem não se sentir controlados como na gestão autocrática, mas ainda há uma falta de liberdade em relação aos papéis de cada um na empresa. Este modelo pode desligar rapidamente o fator inovação e não é indicado para empresas com metas ambiciosas e que pretendem crescer a curto prazo.


Conclusão

Escolher o líder certo é o que toda concessionária deseja. Mas essa escolha deve ser condizente com os objetivos do negócio e com as metas de crescimento da empresa. Isso porque, além de bater metas, é função de um bom gestor motivar e cuidar do time.

Saber onde buscar os colaboradores é fundamental para que qualquer líder encontre os melhores profissionais. No entanto, sites que englobam um grande volume de vagas dificultam o trabalho dos encarregados do departamento pessoal, uma vez que precisam de um olhar mais minucioso para filtrar e selecionar perfis mais adequados à oportunidade.

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*Post atualizado em 14 de dezembro de 2018.